Tenho muito medo de acordar e descobrir que nada disso faz sentido.
Pego-me cambaleando pelos cantos imersa em desvarios e soluços.
Abraço todas as lembranças egoistamente para que nenhuma se solte.
E me afogo novamente no fundo raso de meus pensamentos.
Pergunto-me se ainda sou uma pessoa ou apenas um vulto dentre a multidão.
Não consigo mais ver meu reflexo no espelho.
Os dias estão cada vez mais cinzas
E as músicas fazem cada vez mais sentido pra mim.
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